sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Cri...cri...cri...

Sabe quando você quer atualizar um negócio, falar algo construtivo, aproveitoso, mais não tem idéia do que dizer?
Pois é, ultimamente ando meio assim.
Você quer falar, abrir a boca nem que seja para dar uma sugestão, mas o máximo que sai é um bocejo, em seguida o comentário alheio "Cansada, é?" e você fica com aquela cara de tacho..."É!".
Caramba, que coisa, as pessoas falam sem parar ao seu redor, e você só prestando atenção para comentar e de repente 'vvvfffffss', correm ventos em sua mente.
Mas acho que isso deve ter alguma coisa positiva, TEM que ter. Talvez seja sinal de que sua mente esta aberta para novas coisas, novas experiências, novas terapias, novas filosofias. Não, definitivamente não, isso é pensar demais, e não é disso que eu estou falando.
Quem sabe eu esteja me preocupando demais em falar algo construtivo, sério e derivados, e esteja esquecendo até de falar merda. Sim, falar merda. Isso eu sei que posso falar.
Acho que é isso. Falar merda. MERDA! Tá, não no sentido literal da frase. É isso? Literal? Ah, sei lá, deve ser.
Vou começar a praticar. É uma boa dica até. Vai que seja esse o problema de tanta quietude vinda do meu ser (nossa, essa foi profunda!).
Vamos falar merda, o mundo necessita desses comentários sem sentido, sem pé nem cabeça e bla bla bla, sendo que atualizações idiotas também entram nesse exercício da mente fértil.
Tá, vou praticar minhas merdas ditas fora do computador, em reuniõesinhas de bar (ótimo lugar para começar, nada que uns goles ou outros não ajudem), etc.
E para completar a ultima frase, como ja dizia Os Pedrero "Eu nunca vou parar de beber (...)"
Fui-me.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Liberdade pra dentro da cabeça! uh uh uh.

Hoje estou sentindo liberdade, leveza. Estou sorridente, aliviada, solta. LIVRE!
Nossa, quanta coisa, até me assustei. Não sei explicar meu estado de espírito. Na real eu sei como me sinto, mas não sei deixar explícito em palavras. Acho que não consigo escrever quando estou feliz, só consigo demonstrar fisicamente isso.
Vamos dançar, vamos cantar, vamos pular, vamos nos divertir, vamos comemorar, vamos sair, fugir, correr, sumir. Não, sumir não. Vamos mostrar ao mundo a felicidade e vamos passar via osmose para as pessoas. Ok, não vamos passar via osmose. Vamos ser contagiantes.
Vamos infectar as pessoas com sorrisos. Vamos infectar as pessoas com sorrisos.
Chega! Logo mais começam a aparecer palavras inventadas, e bonequinhos mirabolantes que são muito úteis nos msn(s), orkut(s), twitter(s) e cia ltda da vida.
\o/

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Pra você guardei o amor

Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir

Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir

Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar

Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar

Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar

Pra você guardei o amor
Que aprendi vem dos meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar

Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar

(Nando Reis e Os Infernais participação de Ana Cañas)

domingo, 5 de julho de 2009

Precocidade

A cada dia que passa eu vejo que esse mundo esta mudando cada vez mais e mais. A vergonha simplismente é algo que esta sendo deixado para trás. A evolução, a perda das coisas físicas (sim, beijos e seus derivados) estão sendo pertidos cada vez mais cedo.
Como pode um ser que ainda nem sabe o que é plano cartesiano (não que eu saiba, mas ja aprendi isso, só a memória me falha um pouco) vai querer saber de sexo! Ok, plano cartesiano não tem nada a ver com sexo, mas se aprendi com mais idade na escola, quase saindo dela. Tá, isso não importa. Só mostro minha indignação em relação de querer que a "maturidade" e a vida sexual seja algo que comece aos doze para treze anos. Caramba! Aos treze anos eu ainda pensava em brincar de casinha com os meus primos, ou de Stop com o pessoal da sala, ou então forca.
Essa é a idade das descobertas, mas nada que me levou a cometer loucuras em consequência delas. Não é fácil, isso se chama globalização, não mentira não é isso. É só o amadurecimento precoce das coisas, do mundo, das pessoas. Sou das antigas ainda. Realidade cruel essa nova geração.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Chega natal

Geeeente, o que é isso? Eu tinha esquecido como era agitada a vida de estudante momentos antes das férias de julho, se bem queeee, quando estamos no ensino médio a agitação nem é tanta, mas quando entramos na faculdade, ta loooouco, é pedir pra correr três dias e três noites sem parar!
Esse é o meu primeiro semestre de faculdade e ja esta correria, imagina os outros semestres, ta louco, ja sinto frio na barriga só de pensar.
Trabalhos atrás de trabalhos, provas, semana de "comprovação do seu desempenho". Aaaaah! Quero fugir!
Mas logo é férias, jogar tudo pro alto, durante vinte dias e sair dessa rotina. - "Noooossa, quanta coisa!", pelo menos é um descanso pra mente, right?
Agora voltarei para os trabalhos, tenho que pensar positivo: "Ja esta acabando!" haha
Sorte para mim!

sábado, 20 de junho de 2009

A natural disaster

Tem sido um longo e frio inverno sem você
Eu tenho chorado dentro de mim por você
Apenas deslizou pelos meus dedos como a vida se foi embora
Tem sido um longo inverno desde esse dia

É difícil encontrar
Difícil encontrar
Difícil encontrar a força agora, mas eu tento
E eu não quero
Não quero
Não quero falar agora
Do que desapareceu
Porque não importa o que eu diga
Não importa o que eu faça
Não posso mudar o que aconteceu
Não importa o que eu diga
Não importa o que eu faça
Não posso mudar o que aconteceu

Você somente deslizou pelos meus dedos
Eu me sinto tão envergonhada
Você somente deslizou pelos meus dedos
E eu tenho pago por isso

(Anathema)