Não posso mentir dizendo que
Quando te vejo, nada sinto.
Não posso mentir dizendo que
Quando me toca, o coração não dispara.
Não posso mentir dizendo que
Quando me beija, não vejo a hora de parar.
Não posso mentir. Não posso.
Pois quando te vejo quero sair correndo para te abraçar.
Pois quando me toca me sinto segura, só de sentir suas mãos entrelaçadas nas minhas.
Pois quando me beija o tempo para, tudo se cala
E eu me sinto a mulher mais feliz do mundo.
Não posso mentir.
Não tem como esconder que te quero ao meu lado, a todo o momento.
sexta-feira, 5 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
Tanto tempo assim?!
Ano novo ja chegou e o "Fonte da Paciência" nem estava sabendo disso.
Confesso que até fiquei surpresa em... Caramba, tanto tempo assim?!?!?!
A ultima postagem foi mesmo em Novembro/2009?
Pelo menos é o que diz o "Baú".
Acho melhor acreditar, né. Essa tecnologia é toda organizada e lá lá lá.
Então que 2010 seja um ano de muitas atualizações constanto poemas, sentimentos, verdades, indignações, entre outras letras unidas que surgem por aqui.
Confesso que até fiquei surpresa em... Caramba, tanto tempo assim?!?!?!
A ultima postagem foi mesmo em Novembro/2009?
Pelo menos é o que diz o "Baú".
Acho melhor acreditar, né. Essa tecnologia é toda organizada e lá lá lá.
Então que 2010 seja um ano de muitas atualizações constanto poemas, sentimentos, verdades, indignações, entre outras letras unidas que surgem por aqui.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Mudança de novo
Mudando o rumo das coisas novamente. Será que agora vai virar rotina a cada ano uma mudança?
Estou deixando a faculdade, agora falta uma semana para terminá-la e entrar em férias, no meu caso, férias definitivas de publicidade e propaganda.
Não digo que foi um ano perdido, pois conheci pessoas, professores, livros, conceitos maravilhosos, e posso dizer que com tudo isso minha mente se abriu muito e me fez enxergar que os conceitos que construi - nesse um ano de faculdade que complementou e muito minha personalidade - são contrários de manipulação.
Eu diria que aprendi a me defender da mídia, a não cair nas suas armadilhas, questionar o que é real, e que não tenho forças e nem condições de criar desejos nas pessoas, fazer as pessoas se iludirem com uma 'felicidade', satisfação que será sempre incompleta, por que a mídia sempre busca novos produtos para fazermos-nos consumir mais e mais.
Ainda não defini o que realmente quero, tenho muitos planos, e tenho que ver qual é mais 'fácil' de ser realizado. Quem sabe Palhoça, ou Joinville mesmo. Preciso analisar tudo com muita cautela.
Acho que preciso de um pouco de sorte! Bola pra frente.
Estou deixando a faculdade, agora falta uma semana para terminá-la e entrar em férias, no meu caso, férias definitivas de publicidade e propaganda.
Não digo que foi um ano perdido, pois conheci pessoas, professores, livros, conceitos maravilhosos, e posso dizer que com tudo isso minha mente se abriu muito e me fez enxergar que os conceitos que construi - nesse um ano de faculdade que complementou e muito minha personalidade - são contrários de manipulação.
Eu diria que aprendi a me defender da mídia, a não cair nas suas armadilhas, questionar o que é real, e que não tenho forças e nem condições de criar desejos nas pessoas, fazer as pessoas se iludirem com uma 'felicidade', satisfação que será sempre incompleta, por que a mídia sempre busca novos produtos para fazermos-nos consumir mais e mais.
Ainda não defini o que realmente quero, tenho muitos planos, e tenho que ver qual é mais 'fácil' de ser realizado. Quem sabe Palhoça, ou Joinville mesmo. Preciso analisar tudo com muita cautela.
Acho que preciso de um pouco de sorte! Bola pra frente.
domingo, 25 de outubro de 2009
Platônico
Era uma noite que não prometia muito, apenas algumas bandas tocando músicas diversas, pessoas sorridentes ao redor e cerveja. Nada além do costumeiro.
Foi quando me encostei no balcão e fiz meu pedido. Ali do meu lado apareceu um sujeito que antes nunca tinha visto, ou pelo menos nunca havia reparado. Jamais imaginei que a partir daquele momento, o sujeito tornaria-se um alguém, digamos, importante.
A noite terminou e o moço ficou ali parado nas minhas lembranças, fui embora sem saber se o veria novamente.
Passado alguns dias, sem nada novo, eu o vejo. Aquele friozinho na barriga surge, pensei comigo "Nada de nervosismo!", e foi tudo tranquilo, a única diferença foi que o sentimento platônico cresceu. Isso até um determinado momento é muito bom. Até um determinado momento. E mais uma vez fui embora só com as lembranças da noite costumeira.
Já se passaram dias, meses, sua fisionomia some das minhas lembranças, fico me consumindo com o pouco que ainda resta.
Tento dizer algo, mas não tenho nada para dizer. Tento fazer algo, mas nada é adequado. Fico me preocupando, tentando adivinhar seus pensamentos, saber se estou correta com os meus atos. Mas nada é respondido. Nada.
Sem nada previsto para o futuro, fico à esperar, querendo saber se um dia pode dar certo. Eu desisti de tentar agilizar ou fazer com que o tempo proceda ao meu favor.
Acho que a coisa certa a fazer é esperar mesmo. Assim espero.
Esperando...
Foi quando me encostei no balcão e fiz meu pedido. Ali do meu lado apareceu um sujeito que antes nunca tinha visto, ou pelo menos nunca havia reparado. Jamais imaginei que a partir daquele momento, o sujeito tornaria-se um alguém, digamos, importante.
A noite terminou e o moço ficou ali parado nas minhas lembranças, fui embora sem saber se o veria novamente.
Passado alguns dias, sem nada novo, eu o vejo. Aquele friozinho na barriga surge, pensei comigo "Nada de nervosismo!", e foi tudo tranquilo, a única diferença foi que o sentimento platônico cresceu. Isso até um determinado momento é muito bom. Até um determinado momento. E mais uma vez fui embora só com as lembranças da noite costumeira.
Já se passaram dias, meses, sua fisionomia some das minhas lembranças, fico me consumindo com o pouco que ainda resta.
Tento dizer algo, mas não tenho nada para dizer. Tento fazer algo, mas nada é adequado. Fico me preocupando, tentando adivinhar seus pensamentos, saber se estou correta com os meus atos. Mas nada é respondido. Nada.
Sem nada previsto para o futuro, fico à esperar, querendo saber se um dia pode dar certo. Eu desisti de tentar agilizar ou fazer com que o tempo proceda ao meu favor.
Acho que a coisa certa a fazer é esperar mesmo. Assim espero.
Esperando...
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Cri...cri...cri...
Sabe quando você quer atualizar um negócio, falar algo construtivo, aproveitoso, mais não tem idéia do que dizer?
Pois é, ultimamente ando meio assim.
Você quer falar, abrir a boca nem que seja para dar uma sugestão, mas o máximo que sai é um bocejo, em seguida o comentário alheio "Cansada, é?" e você fica com aquela cara de tacho..."É!".
Caramba, que coisa, as pessoas falam sem parar ao seu redor, e você só prestando atenção para comentar e de repente 'vvvfffffss', correm ventos em sua mente.
Mas acho que isso deve ter alguma coisa positiva, TEM que ter. Talvez seja sinal de que sua mente esta aberta para novas coisas, novas experiências, novas terapias, novas filosofias. Não, definitivamente não, isso é pensar demais, e não é disso que eu estou falando.
Quem sabe eu esteja me preocupando demais em falar algo construtivo, sério e derivados, e esteja esquecendo até de falar merda. Sim, falar merda. Isso eu sei que posso falar.
Acho que é isso. Falar merda. MERDA! Tá, não no sentido literal da frase. É isso? Literal? Ah, sei lá, deve ser.
Vou começar a praticar. É uma boa dica até. Vai que seja esse o problema de tanta quietude vinda do meu ser (nossa, essa foi profunda!).
Vamos falar merda, o mundo necessita desses comentários sem sentido, sem pé nem cabeça e bla bla bla, sendo que atualizações idiotas também entram nesse exercício da mente fértil.
Tá, vou praticar minhas merdas ditas fora do computador, em reuniõesinhas de bar (ótimo lugar para começar, nada que uns goles ou outros não ajudem), etc.
E para completar a ultima frase, como ja dizia Os Pedrero "Eu nunca vou parar de beber (...)"
Fui-me.
Pois é, ultimamente ando meio assim.
Você quer falar, abrir a boca nem que seja para dar uma sugestão, mas o máximo que sai é um bocejo, em seguida o comentário alheio "Cansada, é?" e você fica com aquela cara de tacho..."É!".
Caramba, que coisa, as pessoas falam sem parar ao seu redor, e você só prestando atenção para comentar e de repente 'vvvfffffss', correm ventos em sua mente.
Mas acho que isso deve ter alguma coisa positiva, TEM que ter. Talvez seja sinal de que sua mente esta aberta para novas coisas, novas experiências, novas terapias, novas filosofias. Não, definitivamente não, isso é pensar demais, e não é disso que eu estou falando.
Quem sabe eu esteja me preocupando demais em falar algo construtivo, sério e derivados, e esteja esquecendo até de falar merda. Sim, falar merda. Isso eu sei que posso falar.
Acho que é isso. Falar merda. MERDA! Tá, não no sentido literal da frase. É isso? Literal? Ah, sei lá, deve ser.
Vou começar a praticar. É uma boa dica até. Vai que seja esse o problema de tanta quietude vinda do meu ser (nossa, essa foi profunda!).
Vamos falar merda, o mundo necessita desses comentários sem sentido, sem pé nem cabeça e bla bla bla, sendo que atualizações idiotas também entram nesse exercício da mente fértil.
Tá, vou praticar minhas merdas ditas fora do computador, em reuniõesinhas de bar (ótimo lugar para começar, nada que uns goles ou outros não ajudem), etc.
E para completar a ultima frase, como ja dizia Os Pedrero "Eu nunca vou parar de beber (...)"
Fui-me.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Liberdade pra dentro da cabeça! uh uh uh.
Hoje estou sentindo liberdade, leveza. Estou sorridente, aliviada, solta. LIVRE!
Nossa, quanta coisa, até me assustei. Não sei explicar meu estado de espírito. Na real eu sei como me sinto, mas não sei deixar explícito em palavras. Acho que não consigo escrever quando estou feliz, só consigo demonstrar fisicamente isso.
Vamos dançar, vamos cantar, vamos pular, vamos nos divertir, vamos comemorar, vamos sair, fugir, correr, sumir. Não, sumir não. Vamos mostrar ao mundo a felicidade e vamos passar via osmose para as pessoas. Ok, não vamos passar via osmose. Vamos ser contagiantes.
Vamos infectar as pessoas com sorrisos. Vamos infectar as pessoas com sorrisos.
Chega! Logo mais começam a aparecer palavras inventadas, e bonequinhos mirabolantes que são muito úteis nos msn(s), orkut(s), twitter(s) e cia ltda da vida.
\o/
Nossa, quanta coisa, até me assustei. Não sei explicar meu estado de espírito. Na real eu sei como me sinto, mas não sei deixar explícito em palavras. Acho que não consigo escrever quando estou feliz, só consigo demonstrar fisicamente isso.
Vamos dançar, vamos cantar, vamos pular, vamos nos divertir, vamos comemorar, vamos sair, fugir, correr, sumir. Não, sumir não. Vamos mostrar ao mundo a felicidade e vamos passar via osmose para as pessoas. Ok, não vamos passar via osmose. Vamos ser contagiantes.
Vamos infectar as pessoas com sorrisos. Vamos infectar as pessoas com sorrisos.
Chega! Logo mais começam a aparecer palavras inventadas, e bonequinhos mirabolantes que são muito úteis nos msn(s), orkut(s), twitter(s) e cia ltda da vida.
\o/
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