Sem horas e sem dores
Respeitável público pagão
A partir de sempre todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser
Todo verbo é livre para ser direto ou indireto
Nenhum predicado será prejudicado
Nem tampouco a frase, nem a crase, nem a vírgula e ponto final!
Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas, entre vírgulas
e estar entre vírgulas pode ser aposto
E eu aposto o oposto que vou cativar a todos
sendo apenas um sujeito simples
Um sujeito e sua oração
sua pressa, sua prece
Que enxerguemos o fato de termos acessórios para nossa oração
Sim, separados ou adjuntos, nominais ou não
façamos parte do contexto
Sejamos todas as capas de edição especial
Mas sejamos, também, a contra-capa
Porque ser a capa, mas ser contra-capa é a beleza da contradição
É negar a si mesmo
E negar a si mesmo é, muitas vezes, encontrar-se com Deus
Com o teu Deus
Sem horas e sem dores
Que nesse momento cada um se encontre aqui agora
um possa se encontrar no outro
e outro um
até porque...
tem horas que a gente se pergunta...
"por que é que não se junta tudo numa coisa só?"
(O Teatro Mágico)
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
É ano novo
E mais um ano começa.
Deixamos tudo para trás, por ao menos uma noite, prometendo começar do zero, "Ano Novo, tudo novo!", nem sempre, não é mesmo?
É estranho pensar que ontem era dezembro e hoje um ciclo recomeça, e la vem janeiro de novo.
Nós não mudamos do dia para a noite, mas com o passar do tempo, correndo atrás das promessas feitas a meia noite do ultimo/primeiro dia do ano, nossas mudanças vão ocorrendo, conforme a evolução do ser. Conforme o aprendizado de cada meta comprida e seus obstáculos.
A cada dia que passa nos renovamos , acumulamos na nossa bagagem as experiências diárias. Que possamos ter muita força e paciência para cumprir nossas promessas, começando desde já.
Um brinde ao novo ano e suas trilhas para nossas vidas. Um brinde as nossas expectativas para esse ano. Um brinde a 2011...seja como for, estamos vivos para ver no que dará!
Deixamos tudo para trás, por ao menos uma noite, prometendo começar do zero, "Ano Novo, tudo novo!", nem sempre, não é mesmo?
É estranho pensar que ontem era dezembro e hoje um ciclo recomeça, e la vem janeiro de novo.
Nós não mudamos do dia para a noite, mas com o passar do tempo, correndo atrás das promessas feitas a meia noite do ultimo/primeiro dia do ano, nossas mudanças vão ocorrendo, conforme a evolução do ser. Conforme o aprendizado de cada meta comprida e seus obstáculos.
A cada dia que passa nos renovamos , acumulamos na nossa bagagem as experiências diárias. Que possamos ter muita força e paciência para cumprir nossas promessas, começando desde já.
Um brinde ao novo ano e suas trilhas para nossas vidas. Um brinde as nossas expectativas para esse ano. Um brinde a 2011...seja como for, estamos vivos para ver no que dará!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
If I Fell
"Se eu me apaixonar por você
Você promete ser verdadeiro? E me ajudar a entender?
Pois eu já amei antes e eu acho que amor é mais do que apenas dar as mãos.
Se eu lhe der meu coração
Preciso ter certeza desde o início
Que você irá me amar mais que ela
(...)
E eu ficaria triste se nosso novo amor fosse em vão
Então eu espero que você veja que eu adoraria amar você"
(The Beatles)
Você promete ser verdadeiro? E me ajudar a entender?
Pois eu já amei antes e eu acho que amor é mais do que apenas dar as mãos.
Se eu lhe der meu coração
Preciso ter certeza desde o início
Que você irá me amar mais que ela
(...)
E eu ficaria triste se nosso novo amor fosse em vão
Então eu espero que você veja que eu adoraria amar você"
(The Beatles)
domingo, 7 de novembro de 2010
Sensação Prazerosa II
Eu me dou o prazer de
tomar milk shake
sabor abacaxi francês com menta,
sentindo a doçura e o frescor
escorrerem pela minha garganta.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
We Get On
"E eu nunca sonho sobre você e eu
Eu nem invento coisas sobre nós dois, isso seria insanidade
Eu nunca passo na frente da sua casa pra ver se você está lá
Eu nem tenho uma opinião sobre a vadia que você ainda está saindo
Eu nem conheço a sua rotina
Eu não reconheço mais o seu rosto
Mas eu tenho que admitir que ainda existe uma parte de mim que acha que nós deviamos ficar"
(Kate Nash)
Eu nem invento coisas sobre nós dois, isso seria insanidade
Eu nunca passo na frente da sua casa pra ver se você está lá
Eu nem tenho uma opinião sobre a vadia que você ainda está saindo
Eu nem conheço a sua rotina
Eu não reconheço mais o seu rosto
Mas eu tenho que admitir que ainda existe uma parte de mim que acha que nós deviamos ficar"
(Kate Nash)
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Hora da Faxina
Entrando no quarto onde é guardado as "tralhas", analisando, tirando umas coisas ou outras do lugar, só pra ver como fica. Bate a "louca" ou a "Dona Maria", como preferir, e tira tudo do lugar. Passa pano, tira o pó, joga umas coisas velhas e que não tem mais valor na lata de lixo, que deixou de ser lata e passou a ser um saco plástico enorme, que nem você sabe de onde surgiu.
Entradas de cinema, que o tempo tirou as escritas e só deixou um papel amarelo e mal cheiroso, fitas de braços que eram usadas em shows como identificação de que você pagou a entrada, e muitas das fitas você ja nem lembra mais de quais shows eram. Cadernos da escola, que você guardou até os dias de hoje pensando que poderiam ser úteis, mesmo sabendo que você nunca mais iria abrí-los para estudar ou refrescar a memória. Papel de bala, isso é coisa de gente de quinta série, mas você ainda tinha uns guardados, haviam lembranças neles, mas qual lembranças?, é você também ja não lembra mais, foram tantas balas ja comidas.
Cartas de pessoas que você ja não sabe mais a fisionomia, livros didáticos, que só ficaram com você por que era o ultimo ano do livro no colégio, e no fim quem teria que ficar com o peso deles na mala no ultimo dia de aula? Você e seus colegas de classe.
Objetos de televisão, geladeira, bicicleta, etc, etc, etc, que estão ali só ocupando espaço, tudo novo e esses objetos velhos ali. CDs estragados, VHS mofados e sem mais condições de uso.
Aos objetos que ainda são úteis, novos lugares, mais espaço e tudo limpo. Sem contar que agora o quarto parece gigante e outras lembranças poderão ser amontoadas ali, até chegar um outro dia de alguns anos à frente - bem à frente - e a faxina ser feita novamente.
Foi encontrado de tudo um pouco, lembranças guardadas por tanto tempo, que ao passar dos anos só ocuparam espaços e perderam seus valores, a faxina é feita não apenas na parte física, mas sua mente também passou por ela. O que, particularmente, acho algo extremamente bom, mais espaço para novas lembranças, novos valores, e quem sabe esses novos sejam eternos até o fim.
É sempre bom mudar, limpar, renovar, reencontrar o antigo que agora é novo e se adaptar para depois recomeçar o ciclo e se adaptar de novo, e de novo, e de novo...
Entradas de cinema, que o tempo tirou as escritas e só deixou um papel amarelo e mal cheiroso, fitas de braços que eram usadas em shows como identificação de que você pagou a entrada, e muitas das fitas você ja nem lembra mais de quais shows eram. Cadernos da escola, que você guardou até os dias de hoje pensando que poderiam ser úteis, mesmo sabendo que você nunca mais iria abrí-los para estudar ou refrescar a memória. Papel de bala, isso é coisa de gente de quinta série, mas você ainda tinha uns guardados, haviam lembranças neles, mas qual lembranças?, é você também ja não lembra mais, foram tantas balas ja comidas.
Cartas de pessoas que você ja não sabe mais a fisionomia, livros didáticos, que só ficaram com você por que era o ultimo ano do livro no colégio, e no fim quem teria que ficar com o peso deles na mala no ultimo dia de aula? Você e seus colegas de classe.
Objetos de televisão, geladeira, bicicleta, etc, etc, etc, que estão ali só ocupando espaço, tudo novo e esses objetos velhos ali. CDs estragados, VHS mofados e sem mais condições de uso.
Aos objetos que ainda são úteis, novos lugares, mais espaço e tudo limpo. Sem contar que agora o quarto parece gigante e outras lembranças poderão ser amontoadas ali, até chegar um outro dia de alguns anos à frente - bem à frente - e a faxina ser feita novamente.
Foi encontrado de tudo um pouco, lembranças guardadas por tanto tempo, que ao passar dos anos só ocuparam espaços e perderam seus valores, a faxina é feita não apenas na parte física, mas sua mente também passou por ela. O que, particularmente, acho algo extremamente bom, mais espaço para novas lembranças, novos valores, e quem sabe esses novos sejam eternos até o fim.
É sempre bom mudar, limpar, renovar, reencontrar o antigo que agora é novo e se adaptar para depois recomeçar o ciclo e se adaptar de novo, e de novo, e de novo...
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